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Retirada das tropas deixam os cristãos iraquianos com menos proteção

É anunciada a retirada de cerca de 2.200 soldados americanos do Iraque no final deste mês.

 Retirada das tropas deixam os cristãos iraquianos com menos proteção
Foto: Reprodução

Com a retirada de cerca de 2.200 soldados americanos do Iraque no final deste mês, anunciado pelas autoridades na ultima quarta-feira (9), deixando 3.000 soldados para trás para apoiar as autoridades locais. Será a primeira retirada de tropas do Iraque desde 2016.

Essa retirada ocorre quase duas décadas depois que as primeiras forças dos EUA invadiram Bagdá em 2003. Samuel (with Redemptive Stories), diz que os crentes tinham mais estabilidade no início dos anos 2000 do que agora.

“Se você olhar para a história do Iraque durante a era de Saddam, os cristãos eram, na verdade, pessoas 'protegidas', o que é meio irônico, considerando todas as coisas terríveis que Saddam fez durante seu reinado”, afirma.


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Antes de 2003, mais de um milhão de crentes chamavam o Iraque de "casa". Hoje, apenas cerca de 250.000 crentes permanecem. Apontando como exemplo a resposta dos cristãos após a explosão em Beirute, Samuel diz que esse remanescente vive constantemente no limite.

“Nos últimos 40 anos de guerra, eles conseguiram sobreviver, mas sempre tiveram esse 'complexo de medo' porque sempre há conflitos ao redor deles”, diz Samuel.

Embora as condições tenham melhorado ligeiramente nos últimos anos, o Iraque continua sendo um dos lugares mais difíceis do mundo para seguir a Cristo. Duas semanas atrás, a ONU alertou sobre o aumento das atividades do Estado Islâmico no Iraque e na Síria.


Fonte: Mission Network News

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